AMOR
“Não importa a distância que nos separa, se há um céu que nos une.”
Carlos Drummond de Andrade
Pensamentos, Sentimentos, Inquietações, Dúvidas, Desafios e ... (tudo o mais que passe pelo meu entendimento e pelo meu coração...)
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Violet
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1/22/2016 11:57:00 p.m.
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Eu não tinha este rosto de hoje,
assim calmo, assim triste, assim magro,
nem estes olhos tão vazios,
nem o lábio amargo.
Eu não tinha estas mãos sem força,
tão paradas e frias e mortas;
eu não tinha este coração
que nem se mostra.
Eu não dei por esta mudança,
tão simples, tão certa, tão fácil:
- Em que espelho ficou perdida
a minha face?
CECÍLIA MEIRELES, in ANTOLOGIA POÉTICA
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Violet
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9/29/2015 09:18:00 p.m.
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Marcadores: (Re)começo, (Re)lembrar, (Re)mexer, (Re)viver, Acreditar, Apaziguar, Esperançar
Tudo na vida é dádiva...
Gratidão é o sentimento nutrido
pelas dádivas que foram sucedendo,
especialmente nos últimos anos...
Serenidade é o sentimento face ao futuro.
Confiar, a palavra de ordem
que fez olhar a vida n'outro prisma:
acreditar, é o lema,
esperar, é minha convicção,
intuir, é natureza,
amar, é minha condição...
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Violet
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7/03/2007 12:36:00 a.m.
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O barulho do pensamento
atropelando o raciocinio,
criando (pre)conceitos,
(pre)posições injustificadas,
fundamento de ocasionais coincidências,
que ora são, ora não são evidências...
São as apostas diferentes que fizeste,
com roupagens antagónicas,
desadequadas e, sem critério,
previamente estabelecidas,
proporcionando desenlaces
inesperados e brutais,
causados na ousadia
de querer ser gente,
à revelia da Autoridade
que ausente se extravia,
por falta de autenticidade.
Desencadeiam-se rumores,
escondidos em anti-valores,
escolhidos e assumidos,
que justificam o injustificável
e permitem o impensável...
De volta a desilusão
no desapego da vida que se inutiliza
em palavreado pensado
reflectindo o sentimento vivido...
Caminho semi-estruturado,
por um querer obnibulado,
num misto de crença perene,
iludida mas também real
na penumbra do desejo,
que se quer realizado...
Retomado o lugar do não ser,
do irreconhecível,
pela desilusão da irrecompensa,
foges do sonho,
tens medo de acreditar,
para não teres de te dar,
escondes o sorriso e o olhar,
nos escritos balbuciantes,
que teimas em apresentar...
Vives, qual lírio frágil,
no deserto das miragens,
rumando ao incondicional
que terás de conceber,
para poderes caminhar,
com o sabor de algum saber...
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Violet
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4/04/2007 05:52:00 p.m.
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Dar sem nada pedir,
confiar, acreditar,
saber esperar,
são ingredientes deste sentir
de que estou imbuída,
são o tempero do amor,
que na magia dos adereços,
reitera laços e afectos...
Amar é sentir sem condições,
incondicional nas emoções,
pela rebeldia da paixão
incomensurável...
Saber amar,
é esperar que os dias
se tornem claros,
os gestos meigos, sinceros,
aceitar que sempre haverá
um amanhã, cuja manhã 
será cheia de sol...
Amar é perdoar sempre.
É renovar o sentimento,
na sequência sedutora
de cada sorriso,
na fragrância de um odor,
na certeza do brilho 
que o olhar reflecte,
no fascínio de sentir
o coração a galope.
Amar é este sentir
que por ti sinto,
é quebrar quando te vejo,
é sorrir quando recordo...
É também lava incandescente,
e bálsamo refrescante,
é carícia de jasmim,
no recato de um jardim.
Amar é surpresa de Arlequim.
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Violet
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3/27/2007 02:13:00 a.m.
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Bem vindos!
O lilás, nome vulgar dos arbustos do género Syringa, é da família Oleacea e por isso parente dos ligustros, jasmins, oliveiras e freixos, entre outros. A Syringa é arbusto europeu e asiático, de folha caduca cordiforme, flores perfumadas de 4 pétalas cor-de-rosa, azuis, roxas ou brancas unidas num tubo cujo início se detecta no centro mais escuro da flor, agrupadas em inflorescências como as do género Ligustrum; os frutos parecem vagens minúsculas, semelhantes às do sino-dourado (género Forsythia).