Confissão
Confesso-me:
triste e sem vontade
de me levantar
amanhã de manhã cedo...
Loucura?!...
Mas, também: sofrimento,
solidão, desassossego,
desacerto, saudade, melancolia,
desejo, nostálgia...
Como manter-me em equilíbrio?
Pensamentos, Sentimentos, Inquietações, Dúvidas, Desafios e ... (tudo o mais que passe pelo meu entendimento e pelo meu coração...)
Confesso-me:
triste e sem vontade
de me levantar
amanhã de manhã cedo...
Loucura?!...
Mas, também: sofrimento,
solidão, desassossego,
desacerto, saudade, melancolia,
desejo, nostálgia...
Como manter-me em equilíbrio?
Postado por
Violet
às
5/10/2007 11:35:00 p.m.
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Marcadores: Desassossego, Melancolia, Solidão
"Vens na tarde
como os amplos ventos vêm
cheios de desconhecido e de países.
Vens como um fumo que se levanta
de qualquer longínquo lar.
Vens, não se sabe de onde:
- Invisível e lenta
como o abrir de uma lágrima,
como a tácita palavra de mistério."
António José Maldonado,
in Futuros ou não, Presença, Porto,1960.
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Violet
às
4/04/2007 03:13:00 p.m.
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Marcadores: Cinzento, Melancolia, Saudade

São raízes as pontas que me prendem,
envoltas em anéis de silêncios,
transpostas em recados difusos,
em distantes e subreptícios ecos,
quiçá memórias inquietas, expostas,
dispostas em suspenso véu...
Sucedânios sublimes assim, quem dera,
explícitos em profundos contrastes,
fossem teus sentimentos translúcidos,
traduzidos em indizíveis palavras,
submetidas aos espasmos glamorosos,
dos opacos diálogos profissionais,
de colectivos ajustes transversais,
em inexistentes e perpassados enleios...
Queria tanto esconder a esperança,
mais do que encobri-la, soterrá-la, 
para que a inquietação serenasse,
libertando-me do sonho feito pesadelo,
pelo descanso imaculado do não sentir,
na isenção de um querer balsâmico,
sedutoramente livre do desejo e da paixão,
em repleta ironia e torpe melancolia...
Quanta força esparramada dia a dia,
na racional sabedoria intempestiva,
na luta que ao espelho procuro esgrimir,
num treino inumano e hercúleo,
convertendo minh'alma em deserto,
que num total acervo de não ser,
se esquiva libertando a tensão,
desta profunda e amargurada reflexão...
Não estou a conseguir caminhar,
no trilho que me propus palmilhar,
rumo ao cume infinito da temperança,
reflectido na bordadura da ausência,
de toda e qualquer sensação...
Afinal não sei como te esquecer...
Postado por
Violet
às
3/22/2007 12:14:00 a.m.
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Marcadores: Ironia, Luta, Melancolia, Treino
Bem vindos!
O lilás, nome vulgar dos arbustos do género Syringa, é da família Oleacea e por isso parente dos ligustros, jasmins, oliveiras e freixos, entre outros. A Syringa é arbusto europeu e asiático, de folha caduca cordiforme, flores perfumadas de 4 pétalas cor-de-rosa, azuis, roxas ou brancas unidas num tubo cujo início se detecta no centro mais escuro da flor, agrupadas em inflorescências como as do género Ligustrum; os frutos parecem vagens minúsculas, semelhantes às do sino-dourado (género Forsythia).