Silêncios de silêncio II
Soletro teu nome no silêncio de mim
enquanto deambulam cerejas,
num carrossel de sabores diáfanos,
memórias de branco acetinado
dos macios e quentes leitos,
guardiães de sonhos e desejos
com que inocentemente te amava .
Aí despertaram voluptuosas fantasias
inusitadamente travadas,
(por medo, dizes tu...)
São sombras de um LUAR de prata
encastrado num futuro incerto,
inesperado, escondido e desvelado,
em sussurros de vidas intrincadas
que hoje nos damos,
fazendo-nos promessas de amor...

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