Rumo ao Futuro/Presente feito Ausente

De novo sem rumo...
Uma vez mais, o problema da escolha,
dos meios e dos fins em simultâneo
e novamente a incerteza,
perante a expressão do ser,
que teima em não se abrir,
que escolhe não se comprometer...
Aceitar o instante, o fugaz,
porque isso é vida, determina a escolha...
Se a vivência do instante
e da fugacidade do ser,
se me apresenta como um sopro,
como um raio de luz,
me dá alento e me confisca o existir,
serei capaz de me surpreender,
ao aceitar, sem questionar?...

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