Quero acreditar...
E eu que sonhei
auroras boreais,
Vangelis e Quioto!...
Que criei
vã esperança
no valor da humanidade,
no crescimento da vontade!...
Apostei sinergias,
inventando a liberdade...
Outros mundos,
segredos abismais,
profundos...
Quero voltar a sonhar,
a ser ingénua,
a acreditar...

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