E... (II)
E se pudesse ainda em cada silêncio,
encontrar a mão que me salvou,
da desdita de me saber perdida,
numa nuvem d'ilusão que se finou,
seria ainda a mesma ingénua flor
acreditando em ti, meu grande amor,
e em cada sorriso que reflectia,
a verdade de uma fantasia,
que queria então, tanto quanto tu.

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