domingo, 3 de janeiro de 2010

Apeteces-me...

Apeteces-me. Tanto como o aconchego do leito em que te lembro, como a luz do sol no quente entardecer do estio...

Apeteces-me. Sumarento e fresco, presença forte,enebriante, qual néctar ingerido ao som de MOUSKOURI . Apeteces-me. Tanto quanto uma taça de champanhe saboreado sem pressas, já que o tempo é longo e tanto.

Desalento quando o pensamento te traz saudade e desperta nas curvas do passado o eterno silêncio que brada o sentido e o ser no espaço infinito de um acontecer inventado, se define no sabor dos beijos inesquecíveis que acalento. Memória da minha lembrança de nós.

Espero-te,encostada aos dias, devorando nadas que ora me distraem, ora me levam de novo a ti em passos densos, lentos. Através de MOUSKOURI ainda. E sempre, nós.

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