sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Outra vez mulher...

(Re)nascida. (Re)vigorada do transe,
(re)tocada no anúncio do novo,
(re)surgiu a salvação:
o sabor de (a) mãe,
o esquecimento da mágoa
na passagem ao além.
(Re)saber-me filha,
também (re)definiu a paisagem,
(re)pintou os reflexos
do ser e do querer.
E, num vislumbre de emoção
(re)encontrei os liames,
juntei as pontas,
fortaleci os nós,
(re)estreitei os laços.
Sou novo argamasso,
moderno espaço. (Re)novado.
Velho espírito (re)visitado.
Eis-me: (re)vivi(ficada), a(ni)mada.
De novo mãe. Outra vez mulher...

Sem comentários:

Bem vindos!

Arquivo do blogue