sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Mulher saudade

Mulher presente, carente
de nada nem de ninguem,
cujos laços e entrelaços
se desatam e empatam
de extensão e vagar;
cujos afagos e abraços
se esparsam e espaçam
de saudade e afeição.
E, os desejos da alma,
os anseios do coração,
são regatos
que como trapos maltrapilhos,
entrapados com cadilhos,
retemperam seu gelado Verão...

Sem comentários:

Bem vindos!

Arquivo do blogue