Receios...
Se a vida mais não fosse que pura ilusão, estaria segura da minha função.
Assim, descubro a cada passo novas ironias, novos desafios e euforias que se repercutem em outras pre/ocupações que criam ansiedade, que esgotam a vontade no receio pela novidade...
Novamente a aventura do inesperado, do insuspeitado, do imprevisível...
Mas, onde anda o entusiasmo? Que é do esforço benfazejo aplicado ao ideal? Como olhar para a frente? Onde apoiar (segurando o salto para manter o equilíbrio), o corpo cansado, dorido da mente? Quanta leveza será necessária para desfrutar da esperança?
Parece ser hora de reflexão profunda, na comunhão de novas formas de superação e, contudo, parece também que tudo se perderá, ruindo o castelo de areia, nas vagas disformes do ser, no acontecer sem limites, nem fim...
Quem dera que tudo pudesse ter reparação, que todas as coisas pudessem ser reparadas, consertadas...
Receio o amanhã pelo silêncio, pela saudade, pelo (des)espero, pela (des)lembrança...

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