Foi assim, então...

Não tenho talento para escapar da mediocridade das rotinas e do efeito das mesmas
sobre os (des)encantos vividos.
Sorvo as neblinas matinais das manhãs nostálgicas em que relembro/revivo e não esqueço. Não te esqueço!...
Ressacada e infeliz pela revolta de um sentir sem retorno, ainda deixo escapar uma lágrima teimosa e roliça.
8 de Dezembro de 2006 19:24
