Ou...
Não sei por que razão decido desistir de vez, baixar os braços e parar e, a meio do percurso, arrepio caminho contra a decisão...
Que razão escondida me orienta nesta luta sem tréguas?
Que lógica me governa neste desejo profundo de sentir o usufruto da cumplicidade e da partilha?
Que norte me guia neste zig-zag racional?
Que loucura me alimenta nesta esperança de felicidade, nesta metáfora de sintonia?
Que ilusão comanda a minha vida neste incumprimento de coerência, nesta instabilidade inóspita que me desgoverna e me faz sofrer?
Quantas dúvidas por responder, por esclarecer, por compreender...
Eis-me retalhos de ser, e flocos de parecer...

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