sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Afinal...

A leve certeza de, afinal não ser tão excepcional, de não ser tão especial, de não ser tão diferente...

Vem ao de cima o que supostamente inexistia (porque impensável existir num ser grande, autêntico, num esprito sábio)...

Afinal o crescimento depende dos olhos de quem vê e sente e dos patamares em que cada um se encontra...

Crescer sim mas com termos, sem pressas, para que a vida valha a pena, plenamente...

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