segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Vontade de ser...

(Re)bola a bola no relvado fresco,
(re)acende-se o lume na fogueira acesa,
transborda a água da margem,
reflecte-se nela a lua brilhante,
e a noite abre-se num clarão distante,
de inúmeras sinfonias criadas,
que transmitem a magia da emoção,
no enlevado sentir do coração...
Aí vou eu sem olhar para trás,
transportando no peito o querer,
e nas mãos a vontade de ser...
Quero tratar da minha rosa,
dedicar-lhe todo o tempo do mundo,
deixar-me cativar e cativar também,
na doce libertação que o amor tem...

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