segunda-feira, 4 de junho de 2007

De que vale saber a estrada?...

De que vale caminhar afinal,
se o caminho que traço
a custo,
por entre desvios,
reflecte somente o cansaço,
de avanços e recuos,
arredios,
em clareiras de acção,
vontade de libertação,
de inevitável ansiedade
que não vale a verdade?...

Como é que o sentimento vão,
traduzido em paixão,
se comprime em margens,
de resistentes reservas,
eternas fontes lembrança,
de outras suaves danças,
em afoitos lilazes,
e desertos de aragens?...

Queria valer mais,
ir e não voltar...

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