quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Nas veredas do sonho...

Coração aquecido,
de tanto aconchego,
investe em sorrisos,
libertos do medo...

E a força redobra,
nas decisões,
nas ligeiras definições,
que ensaio e desenho,
nas veredas do sonho,
que invento e intento,
na procura d'outro mundo
de esperança, risonho.

Busco cheiros e matizes,
para sem custo aceder,
ao refúgio encantado
da memória doce e leve,
dos dias ensolarados
a que sou tão fiel.

E (re)vejo arco-íris,
no sol da minha manhã,
e gaivotas,e mar azul
que em bruma se desfaz,
com serenidade,
suave e lentamente,
com o odor do lilás.

E, os silêncios,
são dum verde feiticeiro
de um encanto verdadeiro,
de um eterno sedutor.
E olhos mansos revelam,
a faísca e o ardor,
de um génio feito menino,
incrustado num senhor,
em diamante e ouro fino.

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