quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

O sonho permanece

É no desgaste da vigília,
consubstanciado
no poema da entrega
ao delírio da noite,
na loucura da penumbra,
das enebriantes quimeras,
que o entusiasmo remanesce,
que o encanto não se esfuma,
que o desejo reaparece,
que se dissipa a bruma,
e a miséria se esquece...
E o sonho que é eterno,
feito diamante, permanece.

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