Sou...
Sou o que o sorriso espelhado no reflexo da imagem desnuda que sem querer se foi solidificando, se foi cristalizando feito gelo frio e duro, mergulhado no escuro das profundezas do ser, deixando ao léu os flancos frágeis no desusado entardecer, me permite, me proporciona, neste outono que é o meu viver...

Sem comentários:
Enviar um comentário