domingo, 25 de novembro de 2007

Um dia, sem melancolia...

Violenta a derrapagem,
saudosa a mensagem
que se colou ao desejo,
aquele que sempre vejo,
quando reparo em ti.
E as noites longas,
são mais suportáveis,
quando subreptícia me toco
sentindo-te a ti...
São carícias insaciáveis
que regulam o deserto
em que a vida se tornou...
Espero-te ainda assim,
quentinho ao pé de mim,
um dia, sem melancolia...

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