segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Viver é estabelecer pontes

Amarga a vida,
apesar do doce sonho,
que saboreia esperança,
e vislumbra mudança,
com fé e aceitação.
Baixar os braços,
esperar com paciência,
que as dores se vão,
lavadas pelas águas,
que brotam do coração.
Aceitar perseverando,
na temperança do devir,
velando pelo acontecer,
dos rebentos a florir.
Manter janelas abertas,
nas clareiras do sentir,
reverdejando as fontes,
em suave descernir.
Viver é estabelecer pontes,
elos, nexos, laços de cingir,
é oferecer sorrisos, abraços,
desenhar correntes de unir.

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