sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Sinto...

Sinto tanto a ausência de contacto,
o reforço e o sorriso franco,
que um dia me mimaram sorrateiros,
que já os membros se me adormecem,
no cansaço em que se entorpecem,
numa passividade coagida sem letreiros.

Vi teus olhos densos tão claros,
de novo frescos, se calhar até avaros,
com resquícios de amizade e compreensão.

Voltei a sonhar com a tua companhia,
a ter a certeza de que a sorte me sorria.
Porque sinto tanto prazer na tua sedução?!

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