quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Persistências...

De que vale a consciência de tudo isto
se em cada silêncio persiste o abandono,
o vazio da ausência de sentido?!
E olho-te e vejo escolhas anónimas,
que já não entusiasmam nem brilham,
apesar das esperanças condóminas,
dos projectos que ainda se partilham...

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